ESTRATÉGIAS COGNITIVAS PODEM PROVOCAR UMA SOCIEDADE A PENSAR RACIONALIZAÇÃO

luiz carlos pereira santos, Daniela Venceslau Bitencourt, Lucielma Semião da Silva, Odailde Ferreira Campus

Resumo


Esta pesquisa está na concepção de estudo de provocar o entendimento do fator cognitivo de uma sociedade acadêmica frente a eficiência na conta de energia elétrica.  Este trabalho discute como estratégias cognitivas podem ser aplicadas para tornar discentes protagonistas das ações e com isso encontrar um entendimento no requisito diminuir o consumo de energia elétrica na escola quanto a sua racionalidade e como pode-se entender  alunos inseridos em estratégias como portabilidade a desenvolverem aprendizagem no espaço escolar que os levem a provocar e pensar racionalização. Para esta investigação, também foram inseridos artigos que demonstram o comportamento dos alunos.  A análise indica que o envolvimento dos discentes a partir de estratégias cognitivas em projetos que discutem este assunto, pode oficializar discentes na direção a racionalização da energia elétrica. Isso pode ser um caminho na compreensão e participação nas ações que levem a melhoria da escola e de sua comunidade.


Palavras-chave


consciência, cognição, energia elétrica, protagonista.

Texto completo:

PDF

Referências


ABESCO. Associação Brasileira de Empresas de Serviços de Conservação de energia. Acessado em maio/2020. Disponível em: http://www.abesco.com.br/pt/.

ANDRZEJEWSKI, C. E., DAVIS, H. A., BRUENING, P. S., and POIRER, R. R. Can a self-regulated strategy intervention close the achievement gap? Exploring a classroom-based intervention in 9th grade earth Science, 2016.

ASSIS, Andre Koch Torres, Os Fundamentos Experimentais e Históricos da Eletricidade, Editora Livraria da Física. 2011.

BARDELIN, Cesar Endrigo Alves. Os efeitos do racionamento de energia elétrica ocorrido no Brasil em 2001 e 2002 com ênfase no consumo de energia elétrica. Escola Politécnica, Universidade de São Paulo. São Paulo, 2004

BANDURA, A., Azzi, R. G., & Polydoro, S. A. J. Teoria social cognitiva: conceitos básicos (176 p.). Porto Alegre: Artes Médicas, 2008.

BASSANEZI, Rodney Carlos. Ensino-aprendizagem com modelagem matemática: uma nova estratégia. São Paulo: Contexto, 2002.

BAUMAN, Z. Modernidade líquida. Rio de Janeiro: Zahar. 2001.

BRASIL. Ministério de Minas. e Energia. Plano nacional de eficiência energética. 2019. Disponível em: http://www.mme.gov.br/secretarias/planejamento-e-desenvolvimento-energetico/publicacoes/plano-nacional-de-eficiencia-energetica.

Disponível em: http://www2.aneel.gov.br/cedoc/ren2013556.pdf.

BRASIL. LDB : Lei de diretrizes e bases da educação nacional. – Brasília: Senado Federal, Coordenação de Edições Técnicas, 2017.

Bzuneck, J. A. Aprendizagem por processamento da informação: uma visão construtivista. In: Boruchovitch, E.; Bzuneck, J. A. (Orgs.), Aprendizagem: processos psicológicos e o contexto social na escola (pp 17-54). Petrópolis, RJ: Vozes, 2004.

CARNEIRO, Margareth F. Santos. Gestão pública: o papel do planejamento estratégico, gerenciamento de portfólio, programas e projetos e dos escritórios de projetos na modernização da gestão pública. Rio de Janeiro: Brasport, 2010.

CASTELLS, M. 1999. La Era de la informacion: economia, sociedad y cultura. Mexico: Siglo Veintiuno Editores, 1999.

CEBDS. Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável. Disponível em: http://cebds.org/.

COHEN, A. D. The leaner’s side of foreign language learning: Where do styles, strategies, and tasks meet? IRAL – International Review of Applied Linguistics in Language Teaching, 2003.

Dembo, M. H. Applying educational psychology (5th ed.). White Plains, NY: Longman Publishing Group, 1994.

DI CARLO, S. Understanding Cognitive Language Learning Strategies. International Journal of Applied Linguistics & English Literature, 2017.

DUTRA, Eduardo; OLIVEIRA, Eduardo Henrique S. L. M.; SOUZA, Felipe Augusto Gavazza de. Energia elétrica dentro da Unicamp - Consumo Inteligente. Revista Ciências do Ambiente on-line.2012.

FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido. Editora Paz e Terra, São Paulo, 2008.

FREYRE, Gilberto. Ingleses no Brasil: aspectos da influência britânica sobre a vida, a paisagem e a cultura no Brasil. Rio de Janeiro: J. Olympio Editora, 1948.

GANDA, D.R. A autorregulação da aprendizagem de alunos em curso de formação de professores: Um programa de intervenção . Tese de doutorado, Departamento de Psicologia Educacional, Faculdade de Educação, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, Brasil, 2016.

GALVÃO, Luiz Cláudio Ribeiro; GRIMONI, José Aquiles Baesso; UDAETA, Miguel Edgar Morales; GIL, Antonio Carlos. Métodos e Técnicas de Pesquisa Social. 6 ed. São Paulo: Atlas, 2008.

GARNER, R.; ALEXANDER, P. A. Metacognition: Answered and unanswered questions. Educational Psychologist, 1989.

Gaseta, Edson Roberto.Fundamentos de Governança de TI. RNP/ESR, 2011.

GOLDENBERG, Mirian. A arte de pesquisar: como fazer pesquisa qualitativa em Ciências Sociais. 2ª ed. – Rio de Janeiro: Record, 1998.

HOBSBAWN, Eric J. A era das revoluções: 1789-1848. 18ª edição. São Paulo: Paz e Terra, 1996.

REIS; Lineu Belico dos; SILVEIRA, Semida. ENERGIA ELÉTRICA PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL: Introdução de uma Visão Multidisciplinar. 2ª edição, 2001.

FILHO, Donato Silva. Dimensionamento de Usinas Hidroelétricas através de técnicas de otimização evolutiva. São Carlos: USP, 2003.

JÚNIOR, Joab Silas da Silva. "O que é eletricidade?". Brasil Escola. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/o-que-e/fisica/o-que-e-eletricidade.htm. Acesso em 08 de setembro de 2020.

MARX, K. O capital: crítica da economia política. L I. São Paulo: Boitempo, 2013.

KAPLAN, Robert S. COOPER, Robin. Custo e desempenho: administrar seus custos para ser mais competitivo. São Paulo: Futura, 1998.

KURAHASSI, L. F. Gestão da Energia Elétrica – bases para uma política pública municipal. Tese (Doutorado) – Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. Departamento de Engenharia de Energia e Automação Elétricas. São Paulo: USP, 2006.

KWANG, Tan Kheng, MASRI, Syafrudin. Inversor de empate de rede monofásico para aplicação fotovoltaica. Conferência IEEE sobre Utilização Sustentável e Desenvolvimento em Engenharia e Tecnologia, 2010.

LEITE, S. A. Afetividade e práticas pedagógicas. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2006.

LOCKE, John. Ensaio sobre o entendimento humano. vol.1. Lisboa: Fundação Calouste Gulbecnkian, 1999.

LUKÁCS, G. Para uma ontologia do ser social II. São Paulo: Boitempo, 2013.

MACHADO, N.J. Educação: projetos e valores. São Paulo: Editora Escrituras, 2000.

MAPUTERE, Marta da Conceição João. Marta da Conceição João. Influência dos fatores cognitivos e afetivos no processo de recuperação da informação : um estudo de caso em instituições de ensino superior na cidade de Chimoio. Florianópolis, SC, 2015. NAHL, D. Affective and cognitive information behavior: interaction effects in internet use [Conference paper]. In: ANNUAL MEETING OF THE AMERICAN SOCIETY FOR INFORMATION SCIENCE AND TECHNOLOGY (ASIST), 68TH . Proceedings. Charlotte (US), 28 oct./nov. 2005. Disponível em:Acesso em: 11 mai. 2020.

PERRENOUD, P. Dez novas competências para ensinar. Artmed, 2000.

OLIVEIRA, Naylor Ferreira de. Ensino significativo de física por projetos: campanha de economia de energia elétrica. Defesa de mestrado. São Carlos: UFSCar, 2011.

PERRENOUD, P.; THULER, M.G. As competências para ensinar no século XXI: a

formação dos professores e o desafio da avaliação. Porto Alegre: Artmed Editora,2002.

PIAGET, Jean. Seis estudos de Psicologia. 21ª ed. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1995.

PIRES, P. B. A implantação de um plano de gestão energética na secretaria do meio ambiente do Governo do estado de São Paulo. In Seminário Nacional de Produção e Transmissão de Energia Elétrica. Campinas/SP, out. 2001. 1 CD-ROM.

POZO, J.I. Teorias Cognitivas da Aprendizagem.3.ed.Porto Alegre:Artes Médicas,1998.

ROUSSEAU, Jean- Jacques. Do contrato social. 4 ed. São Paulo: Nova Cultura, 1987.

SAIDEL, M. A. A gestão de energia elétrica na USP: o programa permanente para uso eficiente de energia elétrica. 2005. 188 p. Tese (Livre-Docência) – Escola Politécnica, Universidade de São Paulo. São Paulo, 2005.

SANTOS, Luiz Carlos Pereira. Resíduo eletrônico: perspectiva ambiental das ações na formação profissional no Instituto Federal de Sergipe. Tese (Doutorado em Desenvolvimento e Meio Ambiente) – Universidade Federal de Sergipe, 2016.

SANTOS, D. A.; ALLIPRANDINI, P. M. Z. Efeito de uma intervenção em estratégias de aprendizagem por infusão em alunos de biologia do Ensino Médio. Revista Educación en Biología, 2017. SCHLESENER, Anita Helena; MASSORN, Gisele; SUBTIL, Maria Jose. Marxismo e Educação. Editora UEPG, 2016.

SCHMITZ, B., KLUG, J., and SCHMIDT, M. “Assessing self-regulated learning using diary measures with university students,” in Handbook of Self-Regulation of Learning and Performance, eds B. Zimmerman and D. Schunk (New York, NY: Routledge, Taylor & Francis Group), 2011.

SEVCENKO, Nicolau. Orfeu estático na metrópole: São Paulo, sociedade e cultura nos frementes anos 20. São Paulo: Companhia das Letras, 1992.

SILVA, Fábio Esteves da. Uso racional de energia elétrica na classe residencial: estudo de caso com alunos do ensino médio. Dissertação (mestrado) – Universidade Estadual Paulista, Faculdade de Engenharia de Guaratinguetá, 2006.

SILVA FILHO, Donato. Dimensionamento de Usinas Hidroelétricas através de técnicas de otimização evolutiva. Tese Doutorado. São Carlos: Universidade de São Paulo, 2003.

SIMON, Herbert Alexander. Comportamento administrativo. Rio de Janeiro: Fundação Getúlio Vargas, 1970.

STERNBERG, R. J. (2017). Psicologia Cognitiva. São Paulo, SP: Cengage Learning, 2017.

TEIXEIRA, João de Fernandes. Mente, cérebro e cognição. 4ª ed. - Petrópolis, RJ: Vozes, 2011.

TOLMAN, E. C. A behaviorist theory of ideas. Em E. C. Tolman (Org.), Behavior and psychological man: Essays in motivation and learning. Berkeley: University of California Press, 2008.

WEBER, Max. Ensaios de Sociologia. 5.ed. Rio de Janeiro: Zahar, 1974.

____________.Religião e racionalidade econômica”, in Gabriel Cohn (org.), Weber, 5. ed., São Paulo, Ática, 1991.

VYGOTSKY, L. S. Pensamento e Linguagem. São Paulo: Martins Fontes, 1993.

VYGOTSKY,L.Semenovich.A formação social da mente.SãoPaulo:MartinsFontes,1984.




DOI: http://dx.doi.org/10.33025/ceb.v6i3.2798

Apontamentos

  • Não há apontamentos.


ISSN 2525-2879 

Licença Creative Commons
Este trabalho está licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição-NãoComercial 4.0 Internacional.