O uso das imagens de M. C. Escher para introduzir o conhecimento sociológico

Ana Lucia Lennert, Letícia Bezerra de Lima

Resumo


O presente artigo é resultado da Oficina realizada no 2º Encontro Estadual de Ensino de Sociologia, no Rio de Janeiro, em 2010, na qual propôs apresentar, aos professores de Sociologia e licenciandos do curso de Ciências Sociais, a possibilidade de se trabalhar com os alunos do Ensino Médio os princípios de desnaturalização e estranhamento, utilizando as obras do artista gráfico holandês M. C. Escher, Relativity (1958) e Belvedere (1958). Os referenciais teóricos utilizados na Oficina foram: Peter Berger (1994), C. Whright Mills (1982) e Michael Löwy (2009), além das Orientações Curriculares Nacionais para o Ensino Médio de Sociologia (OCNs de Sociologia, 2006). São apresentados os resultados obtidos com a Oficina, realizada entre 2011 e 2012, com turmas da 1ª série do Ensino Médio de dois colégios do Rio de Janeiro, o Centro Federal de Educação Tecnológica Celso Suckow da Fonseca (CEFET/Unidade Maracanã) e o Colégio Estadual de Magé.


Palavras-chave: Estranhamento e Desnaturalização; M.C. Escher; Ensino Médio; Sociologia.


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DOI: http://dx.doi.org/10.33025/rps.v0i10.1398

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Perspectiva Sociológica: A Revista de Professores de Sociologia

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