OFICINA “CURÍCULOS GENERIFICADOS, CORPOS EDUCADOS”: RELATO DE EXPERIÊNCIA

Luciana Lins Rocha, Raquel Simas, Tatiana Prado Vargas

Resumo


Em agosto de 2015, o Grupo de Estudos da Diversidade de Gênero do Campus São Cristóvão III do Colégio Pedro II, organizou a I Semana da Diversidade de Gênero. Como uma das atividades do evento, oferecemos uma oficina intitulada Currículos generificados, corpos educados, aberta à comunidade escolar. O objetivo dessa oficina era discutir as formas pelas quais o currículo escolar extrapola a visão tradicional simplista de uma seleção de conteúdos e atua na formação de pessoas (Silva, 1999), moldando corpos femininos e masculinos dentro da lógica da matriz heterossexual. Essa matriz, conforme definida por Butler (2007 [1990]) determina que, para uma pessoa entrar na categoria “gente”, é preciso haver coerência entre sexo, gênero aparente (“expressão de gênero”), desejo pelo “sexo” oposto e prática sexual. 

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DOI: http://dx.doi.org/10.33025/rps.v0i19.1178

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Perspectiva Sociológica: A Revista de Professores de Sociologia

ISSN 1983-0076

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